domingo, 13 de junho de 2010

Guia prático para perceber o Acordo Ortográfico


O site da Visão fez um guião para a nova grafia do português expondo as alterações da nossa Língua de um modo bastante simples e organizado.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Site da Casa da Leitura

A Casa da Leitura é da Fundação Calouste Gulbekian. Consideramos este site muito interessante por apresentar a sua selecção de literatura para a infância e sugestões de trabalho a partir da leitura de obras de literatura infantil. Destina-se a pré-leitores, leitores iniciais, leitores medianos e leitores autónomos.

Descobrir o princípio alfabético

Após uma intensa investigação sobre os anos anteriores à alfabetização da criança, pode-se concluir que é essencial compreender a distinção entre o seu percurso de aprendizagem e o processo de ensino, mediado pelos conhecimentos e conceitos sobre a linguagem escrita e oral da criança ao iniciar a escola. Exemplo disto é a existência de crianças que têm maior facilidade na aprendizagem da leitura e outras não, independentemente do método de ensino e de diversas estratégias pedagógicas. Assim, o pré-escolar tem uma importância substancial na aprendizagem da alfabetização.

Aqui publicamos o nosso resumo do texto da autora Ana Cristina Silva expondo também o nosso ponto de vista.

Análise de erros


"A análise das incorrecções ortográficas permite tomar consciência do tipo de dificuldades encontradas pelos alunos e delinear estratégias com vista a sua superação."

In Brochura "O Ensino da Escrita: Dimensões gráfica e ortográfica"de Adriana Baptista, Fernanda Leopoldina Viana e Luís Barbeiro

Site Didáctica do Português

No Site da Didáctica do Português é possivel encontrar várias actividades ligadas à didáctica do Português, que têm como objectivo a aplicação de conhecimentos teóricos do domínio dos estudos linguísticos.

Este é um site onde estão publicados vários trabalhos feitos por alguns alunos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, são materiais que possibilitam aos que vão experimentar ensinar o português, saídos de uma licenciatura onde ainda não se perspectiva uma área de aplicação e que pretendem seguir a vida de ensino, possam formar uma ideia do trabalho a desenvolver na área da didáctica do português.

A Dimensão Escrita

A escrita desenvolve-se por diferentes etapas. Primeiramente, mobiliza-se o conhecimento prévio e, posteriormente, recolhe-se e selecciona-se a informação fundamental organizando-a dependendo do nível de aprendizagem da escrita. Por fim, escreve-se o texto solicitado e reve-se o escrito de acordo com os critérios pedidos.

Após o estudo dos métodos de desenvolvimento da escrita realizámos um conjunto de actividades com o intuito de consolidar conhecimentos das crianças.

Actividades de dimensão escrita (corrigidas)

Desenvolvimento da oralidade

O desenvolvimento da oralidade trata-se de um desenvolvimento natural, adquirido em contextos informais, dentro da nossa língua materna. É importante que, desde cedo, a criança tenha momentos de interacção com indivíduos que possuam a mesma língua materna
, permitindo que a criança vá progredindo na sua linguagem oral e, conhecendo estruturas cada vez mais complexas dessa mesma língua.

O domínio da expressão oral é essencial na aprendizagem da leitura e da escrita, nomeadamente no 1º ciclo.

Após o desenvolvimento da temática da oralidade, foi-nos possível criar um conjunto de actividades, sendo o nosso principal objectivo ajudar as crianças no seu processo da oralidade.

Actividades de Oralidade

Desenvolvimento da Consciência Fonológica

A consciência fonológica é a capacidade de identificar de forma explicita unidades do oral e de tomada de consciência metalinguística de características formais da linguagem.

Esta abrange dois níveis:
1. A consciência de que a língua falada pode ser segmentada em unidades distintas, ou seja, uma frase pode ser segmentada em palavras, em sílabas e, posteriormente, as sílabas em fonemas.
2. A consciência de que essas mesmas unidades se repetem em diferentes palavras faladas, de que é exemplo a rima.

A consciência fonológica, ou o conhecimento acerca da estrutura sonora da linguagem, desenvolve-se, nas crianças ouvintes, através do contacto destas com a linguagem oral da sua comunidade, ou seja, através da sua lingua materna.

Com o intuito de promover o desenvolvimento da consciência línguistica, desenvolvemos um conjunto de actividades.

A Didáctica das Línguas


Após termos terminado em aula o tema "A Didáctica das Línguas" elaborámos uma síntese abordadando todos os temas ensinados, nomeadamente: as características da didáctica da Língua Portuguesa; a finalidade da linguagem e da comunicação; o desenvolvimento da linguagem; e as competências do profissional de educação.

Utilizador proficiente da Língua Portuguesa


Segundo Inês Duarte, na profissão de educador e professor de 1ºciclo devia existir um pré-requisito: ser utilizador proficiente da Língua Portuguesa.

Quais as subcompetências que um profissional da educação deve ter? Para tentar responder a esta pergunta elaborámos um trabalho individualmente.

Raquel e Teresa (corrigidos)

Introdução à Didáctica do Português

O que é a didáctica?

A didáctica é o principal ramo da pedagogia que investiga os fundamentos,as condições e os modos de educar mediante o ensino.
As disciplinas que mais contribuem para o desenvolvimento da didáctica são a psicologia, a pedagogia e a linguística.

No âmbito da unidade curricular Introdução à Didáctica do Português foi-nos proposto a continuação do blogue, constituindo um novo desenvolvimento do trabalho elaborado na u.c. LPTIC.

Ao longo deste blogue, iremos aprofundar e consolidar aspectos da Língua Portuguesa e elaborar pesquisas relacionadas com o seu processo de ensino e aprendizagem nos contextos de educação de infância, 1º e 2º ciclo.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Reflexões finais


Ao elaborarmos as nossas reflexões finais pudemos reflectir sobre a importância que esta U.C. teve para nós como futuras profissionais de educação, mas também como alunas do Ensino Superior.


Raquel


Teresa



Imagem retirada de: http://escritoerevisto.wikispaces.com/file/view/escrever.jpg/30094204/escrever.jpg

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Televisão - para o bem e para o mal

Artigo "Televisão - para o bem e para o mal" de Ana Esteves da Revista Pais e Filhos nº58 de Novembro de 1995

Comentário

Mais importante do que fazer da televisão um “bicho-de-sete-cabeças” é saber ensinar às crianças a aproveitar o que ela tem de bom.

Muitas vezes são apontados dedos à TV como a grande culpada de todos os actos violentos e menos correctos que as crianças aprendem, pensando que a “TV como a grande responsável pela desintegração da família tradicional, pela falta de diálogo entre pais e filhos, pelo mau aproveitamento escolar das crianças (…)”.

Nos dias de hoje, esquecemo-nos que antigamente a violência nas crianças já existia e que as coisas erradas já se aprendiam, mas não eram expostas, divulgadas isto porque os meios de comunicação não tinham meios de o fazer. As crianças são o público especial mais vulnerável que é necessário, de certa forma, proteger. Todavia, é necessário existirem estratégias educativas e mentes esclarecidas, em vez de “reflexões fatalistas”. Como é do conhecimento de todos, a televisão não actua sozinha, e é também do conhecimento geral que a especificidade do publico infantil se deve às estruturas mentais da criança que estão ainda em processo de desenvolvimento e esse processo pode vir a ser afectado negativamente.

É muito importante que haja uma interpretação das mensagens televisivas, sendo que estas exigem das crianças uma aprendizagem tão complexa como, por exemplo, a aprendizagem da linguagem. Se uma criança não estiver preparada para interpretar o contexto televisivo, é natural e óbvio que isso a leve à formação de concepções erradas sobre a realidade. Existem factores que são grandes causadores da má formação face à TV, tais como: a idade, o conhecimento mais ou menos aprofundado dos modos de produção do meio televisivo, a motivação individual e o contexto social e ideológico da criança são condicionantes do modo como a criança é “atingida” por determinados programas.

Na nossa opinião é necessário que em casa haja mais proximidade entre adultos e crianças, visto que, se uma criança passa grande parte do tempo “colada” ao ecrã da TV é porque a sua experiência familiar e social é angustiante e insatisfatória, levando ao isolamento. Nesta situação a criança é, sem dúvida, o espectador mais vulnerável e influenciável.

O papel dos pais é fundamental, é importante que estes consigam transformar a experiência televisiva dos filhos numa experiência positiva e enriquecedora. É necessário a aquisição de valores e padrões sociais adequados e saudáveis. Na minha opinião, tudo se joga no saber utilizar a TV e ensinar os mais pequenos a desenvolverem eles próprios essa capacidade, os seus próprios comentários, reflexões, atitudes, valores, opiniões, entre outros.

Para que a televisão deixe de ser vista como um aspecto negativo no desenvolvimento da criança é importante que as crianças sejam acompanhadas nas horas frente ao ecrã e que surjam conversas, diálogos, comentários a cenas violentas ou de algum constrangimento, vergonha ou que causem qualquer impacto na criança, ajudando-a a compreender determinados actos. A TV ajuda a desenvolver o sentido crítico, mas este precisa ser trabalhado com a ajuda dos pais. A opinião sobre um programa que ensina algo e outro que só para entreter; a qualidade de outro programa, por exemplo, tudo isto ajuda a criança a construir a sua própria “escala de valores”.

A TV pode ser encarada como algo bom quando bem interpretada, face a isto, é necessária ajuda, paciência e vontade por parte dos adultos para ajudar as crianças a crescer com a televisão, desenvolvendo a sua consciência linguística e mental. O papel dos adultos é fundamental nesta formação.

Imagem retirada de: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEie95FKAvAB5n3bFsX6inuFu-Dm5VfVWmX5n-ZpQ5jf2SewRUNPdJRC6-5Tx7S4CvK5g8tC39-qzbM_rZHeBMZbXyHFuMl0IERIxSpjOGpOgeG_8w3xUiHjocC0ePvwpySer18ovxfQP4U/s320/vsh1102l.jpg

Desenvolver a linguagem (continuação)

Artigo Infantário - Desenvolver a Linguagem (págs. 60 e 61) da Revista Bebé d´hoje de Janeiro de 2008

Comentário

Para além do infantário, o meio familiar onde a criança de insere também tem um papel muito relevante no desenvolvimento linguístico da criança, podendo em acções quotidianas desenvolver esse desenvolvimento, tais como:

- dedicar alguns minutos à criança, participando nas suas brincadeiras e nos seus diálogos, contar-lhes histórias e fazer perguntas sobre essa mesma história;

- é necessária a utilização de uma linguagem correcta, com frases curtas e de entoação clara e mesmo que por as crianças sejam utilizadas palavras pouco claras e que até achemos graça, não devemos utilizar uma linguagem infantilizada nem produzi-las como eles, mas sim através de modelos correctos.

É importante que lhes ensinemos palavras novas a partir de situações e coisas que nos rodeiam, ao mesmo tempo que tentamos ampliar as suas frases. Se, por acaso, a criança tem por hábito ver televisão é necessário um acompanhamento por parte do adulto, conhecer as personagens favoritas da criança, dar opinião sobre esse programa, etc. Quando houver uma palavra mal proferida, não se deve interromper a criança para corrigir e muito menos ralhar, se a criança disse por exemplo "bó" para se referir a uma bola, devemos dizer "sim, é uma bola. Uma bola muito bonita. A bola amarela".

Desenvolver a linguagem

Revista Bebé d´hoje, Janeiro de 2008. Infantário - Desenvolver a Linguagem, páginas 60 e 61.

Comentário

Após a verbalização das primeiras palavras da criança, a expansão linguística é feita muito rapidamente e de uma forma imparável. Aproximadamente a partir dos 3 anos de idade (nus casos acontece mais rapidamente que outros) e até aos 6 anos as crianças começam a aplicar as mais variadas formas de vocabulário, as suas frases deixam de ser telegráficas, alargando a sua estrutura frásica, começam a utilizar pronomes pessoais, artigos determinados e advérbios de lugar e tempo. Este avanço linguístico é um passo para a escolarização. Para alargar os conhecimentos linguísticos é importante que haja, por parte do infantário, exploração e criação de meios que visem ampliar esse conhecimento.

Podem ser feitas inúmeras actividades tais como:

- a discriminação auditiva, onde é possível fazer-se o jogo das estátuas podendo ser feita a distinção do ruído e do silêncio, entre outros;

- a motricidade bucofacial, onde se escolhem determinados objectos para que possam ser soprados, tais como penas, bolinhas de papel, grãos, etc., fazer o jogo dos lábios, mandar beijinhos, pôr os lábios para fora como se fossem o “pato donald”,entre outros;

- os jogos fónicos, aqui são feitos rimas, lengalengas, proibição de dizer alguma palavra e tem de se fazer entender por meio de onomatopeias, brincar com fantoches com diferentes tipos de voz, palavras que comecem por uma determinada letra, palavras encadeadas, entre outros jogos;

- o vocabulário, nas diversas áreas da sala descreve os vários objectos que estão a utilizar (quanto à forma, cor, tamanho, utilidade, etc.), descrição do fim-de-semana, ou de passeios realizados, entre outras coisas;

- os jogos de narração, o educador lê uma história e uma das crianças terá de contar a história de novo aos colegas, a construção de uma frase a partir de duas ou três palavras, uma amostragem de uma gravura e as crianças terão de inventar uma história, etc;

- as Pantomimas, encenação e imitação de acções, expressão sensações com gestos, onomatopeias e sons;

- as dramatizações, representam uma história previamente inventada ou que o educador contou; fazer teatro com fantoches e marionetas, etc;

- as canções e contos, ajudam as crianças a desenvolver a linguagem livremente, é importante que se leia muito para as crianças, estimular a descrição oral de objectos, estimular a capacidade de reflexão e opinião sobre uma história, um assunto falado em aula, etc;

- e por fim, os pictograma, são escolhidos símbolos de fácil percepção, o educador forma frases com esses mesmos símbolos, fazendo com esta actividade que as crianças reforcem a sua estrutura frásica e conheçam os seus elementos (sujeito, verbo, complementos, etc).

Imagem retirada de: http://cybersaude.files.wordpress.com/2007/01/linguagem_criancas.jpg

Perspectivas/teorias da aquisição da linguagem

Processo de aprendizagem das várias perspectivas/teorias que procuram explicar a aquisição da linguagem:

Comportamentalista
Interacções sociais de tipo estímulo-resposta-reforço;
Os bebés aprendem a falar através da imitação daquilo que ouvem à sua volta;
O seu principal defensor foi Skinner.

Inatista
Proposta por Chomsky; A criança é dotada de uma gramática inata que se vai expandindo conforme o seu desenvolvimento; Bebés têm a capacidade de produzir palavras /frases que nunca ouviram antes ou aplicam regras gramaticais de forma inconsciente (ex: eu fazi = eu fiz); Universalidade e a sequencialidade; Desenvolvem a sua faculdade de acordo com a estímulação do meio e não imitam apenas o que ouvem.

Cognitivista
O seu principal defensor foi Piaget; O desenvolvimento da linguagem dos bebés depende da aprendizagem ou maturação de outros processos cognitivos; Importância do meio no crescimento; Cognição é o equilíbrio entre a assimilação e a acomodação.

Socio-cognitivista
Vigotsky foi um dos principais defensores; Capacidade inata para adquirir a linguagem; Interacção social -> há uma grande variedade de factores não linguísticos que interagem com esses mesmos mecanismos e que podem condicionar os comportamentos de cada criança.

O que é a linguagem?

A linguagem é a organização e representação de uma língua em diferentes níveis: alfabético (fonemas ou letras), lexical (palavras), sintáctico (orações) ou discursivo (períodos completos com unidade temática);

É usada para expressar ideias e sentimentos, é um meio de comunicação entre pares e um processo activo (não estanque) que exige um significante e um significado.

É um processo mental de manifestação do pensamento e de natureza essencialmente consciente e um sistema constituído por: gestos, sinais, sons, símbolos e palavras.

Factores favorecedores da aquisição da linguagem: Afecto; relação; interacção; género; maternalês; media/ TIC; …


Imagem retirada de: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjJR_TbLsruP9gOSDQr89m2JFMvcEyr6gjX27JK7wGoHjRfWS5hRHPcgMiKZLJvfhn3bkQ0YnB3X30MhXviol-JSO2ooghBFh7und6oPuNSSjT4NJqD9y6xcacK1mK1BqwebUggrsEKPkE/s320/Com+que+idade+deve+se+come%C3%A7ar+a+falar+de+sexo.jpeg

Novo Acordo Ortográfico



Retirado de: http://www.youtube.com/watch?v=WUkvRrsDlwA

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Letras e palavras

Pesquisámos actividades para a promoção da escrita para o pré-escolar.

















Retirado de: Revista Educação de Infância nº15

"O cofre dos meios de comunicação"

O mini-projecto sobre os meios de comunicação tem como objectivo fazer com que as crianças compreendam que a televisão, a rádio e os jornais são crianções dos seres humanos para resolver as suas necessidades de comunicação como uma resposta às caracteristicas das sociedades onde nascem.

Os objectivos deste mini-projecto são:
- Reconhecer as principais caracteristicas dos meios de comunicação;
- Iniciar o conhecimento e uso dos diferentes tipos de linguagem utilizados pelos meios de comunicação (oral, visual, audiovisual).

Os conteúdos abordados serão os seguintes:
- A comunicação entre diferentes interlocutores e em diversas situações;
- Descrição de personagens, lugares e objectos;
- Recepção de textos orais e a atenção prestada à mensagem produzida pelo/a educador(a);
- Trabalhar textos do "quotidiano";
- As relações entre os objectos,a sua função, as suas características e transformações ao longo do tempo;
- Exploração e descoberta das possibilidades de comunicação;

Actividade prévia:
É muito importante o apoio dos pais para a realização deste mini-projecto, pois com a colaboração destes irão surgir materiais diversificados que serão guardados no "cofre". Os materiais poderão ser: microfones, máquinas fotográficas e de vídeo, rádios, comandos de televisão e de aparelhagens de música ou vídeo, televisores antigos, revistas, gravadores, roupa, entre outros.

Desenvolvimento:
Para o início do projecto o educador começa por apresentar o "cofre" e convidar as crianças a explorar o material num espaço amplo, que incite o jogo. Posteriormente, e a partir da observação, o educador começa a formular perguntas,por exemplo: quem utiliza estes objectos? Que objectos conhecem? Quais os que não conhecem? Que diferenças encontram entre estes objectos e os que já conhecem?

Os meios de comunicação escritos

Construir um porta-revistas para a sala:
É proposto que se faça, com um cavalete de madeira, que permita a exposição de revistas elaboradas pelas crianças.

Esta actividade permite às crianças:
- Recortar imagens de jornais e, a partir delas, criar e inventar notícias;
- Convidar um membro da família (pai, mãe, avós, ...)a partilhar um momento literário no jardim-de-infância.
- Debater e discussão de ideias;
- Ouvir a leitura de uma história;
- Entre outros.

Uma televisão muito especial
Com a ajuda do educador, as crianças poderão utilizar uma caixa grande de papelão e pintá-la com tinta prateado. Posteriormente, recorta-se um rectângulo na parte da frente para o utilizar como ecrã e outro na parte de trás, para se poder mudar as imagens.
Confecciona-se uma tira comprida com cartolina preta onde se colocam imagens de programas de televisão.

Esta actividade tem como objectivo convidar as crianças a desenharem o seu programa de televisão favorito numa folha branca, escrever o nome do programa e o canal onde esse programa passa e colar o desenho na cartolina preta. Pode preparar-se um microfone para brincar e dar a todos a oportunidade de apresentarem o seu programa favorito e descrevê-lo, mudando os cartazes e o canal, com a ajuda de um colega ou do educador/a do programa.

Esta actividade tem como objectivos:
- Conversar sobre os diferentes programas de televisão que existem e que são vistos pelas crianças em casa;
- Trabalhar o tema "profissões";
- Consciêncializar as crianças para a televisão;
- Criar o sentido critico nas crianças, ajudando-as a reflectirem sobre os programas que vêm e darem uma opinião critica sobre o tema;

É muito importante que durante a elaboração de um mini-projecto os educadores/professores possam fotografar ou filmar as diferentes situações lúdicas.

Artigo baseado na revista de Educadores de Infância, de Novembro de 2009: nº 52